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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Comando Ambiental da Brigada Militar avalia que PL 154 é um retrocesso para o Rio Grande do Sul

O sítio RS Urgente informou ontem (28/10) que o major José Carlos Albino, integrante do Comando Ambiental da Brigada Militar, e o tenente-coronel Eduardo Dilli, do Comando-Geral da corporação, criticaram a proposta de alteração do Código Estadual do Meio Ambiente, durante encontro realizado ontem com o deputado Marquinhos Lang (DEM), relator do projeto em discussão na Assembléia Legislativa. Em matéria publicada no jornal Correio do Povo, os oficiais apontaram alguns dos problemas no PL 154: “Não fomos escutados durante a formulação da proposta, que ficou restrita ao posicionamento dos produtores rurais”, disse o tenente-coronel Dilli.

"Além disso, criticaram a alteração do papel da Polícia ostensiva de proteção e fiscalização ambiental. Pela nova lei, a BM não poderá mais emitir o auto de infração, que só será feito pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Além disso, a Polícia ambiental seria responsável apenas por fazer o relatório da infração. Na avaliação do major Albino, o projeto representa retrocesso no trabalho de mais de duas décadas do Comando Ambiental da BM para evitar abusos contra a natureza. O comando da BM quer assegurar, por meio de uma emenda, as funções de fiscalização que ela exerce atualmente", ressalta o blog jornalístico.

Por falta de quórum, a votação do PL 154, prevista para a última terça-feira (27/10) na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia, ficou adiada para a próxima semana.

domingo, 9 de novembro de 2008

Família Brigadiana CONTRA os demandos da (des)governadora

Mais uma contribuição da jornalista Tania Faillace a este blog. Na verdade, o RS Urgente já havia publicado na quarta-feira (5/11) uma imagem como essa. O fato é que, ao que parece, os cartazes com o número de suicídios entre brigadianos nos últimos anos estão se multiplicando pela cidade, numa clara demonstração de descontentamento por parte da corporação. Houve relatos de cartazes na rodoviária, no Centro e na av. Aparício Borges.



Uma jornalista minha amiga me mandou as fotos em anexo. Eis uma categoria de servidores a ser trabalhada - desde que superado o foco atual - profissionais que são pagos com nossos impostos para nos proteger, e são desviados de suas funções para agirem como jagunços a serviço de interesses espúrios.

Isso só pode agir como elemento de grave perturbação a seu desempenho, estima própria e integração social, e, conseqüentemente, a situações de estresse incontrolável e auto-destrutivo.

Os números são impressionantes.

Os grupos que se pretendem progressistas, têm muita responsabilidade nisso, porque há a tendência a fingir que não há pessoas debaixo das fardas – daí que as pessoas sob elas ficam isoladas e à mercê dos caprichos lá de cima.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Enquanto BM treina REPRESSÃO, cidade de Farroupilha é refém do CRIME


Onde estava a Brigada Militar do coronel Mendes, ontem?

Ontem, enquanto uma quadrilha de malfeitores tornava refém uma cidade de porte médio no RS, e antes já havia cometido assaltos em dois outros municípios, agentes do choque da Brigada Militar treinavam para reprimir com violência os movimentos populares e as manifestações legítimas e ordeiras da cidadania.

A polícia da governadora Yeda Rorato Crusius, dirigida pelo truculento e semi-analfabeto coronel Mendes (filiado ao PSDB e candidato a deputado em 2010, ele que já concorreu sem êxito pelo PP, em pleitos anteriores), se prepara para agir como braço de repressão política contra qualquer manifestação contrária ao atrapalhado governo tucano no Estado.

Enquanto isso, a bandidagem faz do Rio Grande do Sul o paraíso que pediram ao diabo.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Treinamento da BM para "controle de distúrbios civis"


A Brigada Militar realizou ontem pela manhã (5/11) um treinamento com três Batalhões de Operações Especiais (BOE), de Passo Fundo, Porto Alegre e Santa Maria, no parque Saint Hillaire, em Viamão. Segundo o comandante da Brigada Militar, coronel Paulo Roberto Mendes, foram feitas “atividades de controles de distúrbios civis visando padronizar técnicas policiais”. No treinamento, informa a Brigada Militar, foram utilizados cavalos, cães e dois helicópteros.

Quem estiver planejando “ir encher o saco” da governadora ou do prefeito será cobaia das “técnicas policiais padronizadas” aperfeiçoadas pela Brigada Militar.

Alguém aí falou de Estado policial?

Ou de um Estado covarde e cúmplice do autoritarismo?

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Ah, esses "reaças"...

"Vale lembrar que eram pessoas vendendo produtos falsificados. Se é contra a lei, então são criminosos. Direitos humanos no Brasil servem apenas pra proteger criminosos ao invés das vítimas."

Comentário de Vine ao post Nota de repúdio do PT municipal.


É por essas e outras que este blog posiciona-se A FAVOR da pirataria. E já aviso aos "reaças" que vierem publicar comentários aqui: terão suas ASNEIRAS devidamente expostas por mim.

VÃO LER ZERO HORA e não encham meu saco, faça-me o favor!

Nota de repúdio do PT Municipal

Abuso de poder
e violação dos Direitos Humanos


A Bancada de vereadores do Partido dos Trabalhadores e o PT Municipal vêm a público manifestar seu desacordo e indignação a respeito da conduta da Brigada Militar em episódio ocorrido no último domingo (29/06), na Feira da Vila Santa Rosa.

A ação empreendida pela Brigada Militar (BM) na praça Vilmar Berteli, na Vila Santa Rosa, teve como finalidade a apreensão de produtos falsificados por solicitação da Secretaria Municipal de Indústria e Comércio (SMIC). No entanto, a atuação dos policiais excedeu a mera apreensão e usou de desproporcional violência para intimidação da comunidade. O fato não tomou maiores proporções pela intervenção dos moradores presentes no local, que protestaram contra os excessos da operação.

Os agentes da BM chegaram ao local portando armas pesadas e cacetetes. A referida ação foi orquestrada pelo comandante do 9º Batalhão com a anuência do Comando Geral da Brigada Militar e sem a presença de um fiscal da SMIC responsável pela apreensão.

A Brigada, que tem como função primordial zelar pela segurança pública, realizar o policiamento ostensivo e dar suporte às ações do poder público, neste caso, empreendeu uma ação de guerra contra os ambulantes na praça central da Vila Santa Rosa. O fato causou pavor e medo nas pessoas que ali faziam suas compras e nas crianças e adolescentes que brincavam no parquinho e na cancha de esportes.

A Bancada e Partido são contra a pirataria, mas cabe ressaltar que a abordagem realizada pela BM foi totalmente equivocada, com abuso de poder e violação dos direitos humanos. Os ambulantes não ofereceram qualquer tipo de resistência à ação apesar de terem sido algemados, colocados ao chão e presos pelos brigadianos.

Esta prática de tratar os cidadãos como bandidos, adotada pelo atual Comando da BM, com a anuência da Governadora do Estado, representa um retrocesso do estado de direito e da democracia, que remonta à época lamentável da ditadura, que não queremos mais vivenciar. Esta postura autoritária precisa urgentemente ser revista e combatida por todos nós.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

JC: Manifestação resulta em DOZE feridos


Reportagem de Juliano Tatsch, ex-colega de Fabico.

Cerca de três mil pessoas se reuniram na tarde desta quinta-feira em frente ao Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF), em Porto Alegre, e partiram em marcha rumo ao Palácio Piratini. Ao final da tarde, 12 delas estavam feridas no Hospital de Pronto Socorro (HPS). As reivindicações do protesto, que reuniu integrantes da Marcha dos Sem, do Cpers, da Via Campesina, do MST, da CUT, da Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas), do Movimento das Mulheres Camponesas (MMC), do SindBancários, entre outros movimentos sociais e sindicatos de classe, eram diversas.

Os portões do CAFF foram fechados para impedir a entrada de qualquer pessoa. Do lado de dentro do pátio, ao redor de cem soldados da Brigada Militar (BM) acompanhavam a manifestação. Após a concentração, os manifestantes partiram em uma marcha pacífica até o Palácio Piratini. A EPTC bloqueou o trânsito da avenida Borges de Medeiros no sentido bairro-Centro, do Centro Administrativo até a rua Riachuelo, de onde o grupo seguiu rumo ao palácio. Durante o trajeto de caminhada, um helicóptero da BM acompanhou os manifestantes voando consideravelmente baixo.
Segundo um dos soldados que faziam o cordão de isolamento durante a marcha, cerca de 500 policiais foram mobilizados para acompanhar o ato. Após chegar ao fim da Riachuelo e dobrar rumo ao Piratini, os manifestantes foram barrados pelo batalhão de choque da BM, munido com escudos, que impediu que o carro de som chegasse em frente ao Palácio. Começou aí uma negociação entre o comando da marcha, os deputados estaduais e o comando da Brigada para que a passagem fosse desobstruída.
"Rasgaram a Constituição Federal. A lei tem de ser respeitada", exclamou o deputado estadual Raul Carrion (PCdoB). Por volta das 16h ocorreu o confronto. Três bombas de efeito moral foram jogadas contra a multidão. Tiros com balas de borracha também foram dados. Os cavalarianos da BM se postaram em frente ao palácio. No meio do tumulto, Carrion foi agredido por soldados da BM. "Fui golpeado por um brigadiano no estômago com a ponta do cacetete várias vezes", disse o parlamentar.

Os deputados Carrion, Raul Pont (PT), Ronaldo Zulke (PT) foram negociar com o comandante-geral da Brigada, coronel Paulo Mendes. Entretanto, assim como a imprensa, foram impedidos de se aproximar do coronel por uma barreira de soldados do pelotão de choque. Após cerca de uma hora de negociação, o pelotão recuou e a passagem do carro de som foi liberada.

"São repressores e acham que assustam o povo com o uso dessa força desmedida. A BM e o governo saíram derrotados hoje. Os trabalhadores organizados venceram", enfatizou Carrion. Às 17h, a manifestação acabou. Após o acontecido, o professor estadual Paulo Lopes, de Canoas, desabafou sobre o que viu. "Nem a ditadura militar nos barrava em frente ao Piratini. Eu não lembro de uma situação como essa. Eu participo de manifestações desde 1970 e nunca havia visto uma brutalidade assim", afirmou.


BM usa força contra bancários no Centro da Capital
Um protesto do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região, em frente à agência central do Banrisul, acabou em confronto com a BM. O fato ocorreu na manhã desta quinta-feira na praça da Alfândega, no Centro.

Como resultado, pelos menos três manifestantes ficaram feridos - dois deles foram levados para receber atendimento no HPS. De acordo com José Ledur, funcionário do banco, dirigente do Sindicato dos Bancários (SindBancários) e um dos manifestantes, um grupo de cerca de 50 soldados da BM, incluindo a tropa de choque, com cacetetes, escudos e armas chegaram no local já batendo nos grevistas. "Uma colega saiu com a cabeça machucada e outro teve o braço quebrado", destacou Ledur.

A manifestação pedia a retomada das negociações com a direção do banco. Os bancários relataram que a BM atuou com força desproporcional e não houve nenhuma negociação. "Chegaram com truculência em cima de motos e batendo na gente", disse um diretor do SindBancários.

A BM contesta, alegando que "uma guarnição conversou com eles pedindo para que não bloqueassem a entrada da agência. Como eles se negaram a sair, o efetivo teve que usar a força necessária para cumprir a lei, já que uma medida judicial impede o bloqueio da porta de bancos", explica o chefe do Comando de Policiamento da Capital, Jarbas Vanin.

No entanto, uma declaração do comandante-geral da Brigada, coronel Paulo Mendes, subiu o tom. "A história recente da BM mostra que não abrimos espaço para negociação. Eles deveriam saber disso antes de bloquear a entrada do banco". Ao verificar o livre-trânsito na agência, Mendes foi vaiado pelos manifestantes. Sobre as críticas com relação à ação violenta, Mendes afirmou que "a Brigada não age com truculência, a truculência é de quem age contra a lei. Bloquear um estabelecimento não está previsto na lei, então eles são os truculentos. A BM age no limite da lei."

Policiais civis condenam Cel. Mendes e Yeda

A assessoria de imprensa do Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia do RS (Ugeirm) divulgou texto no site da entidade repudiando o comportamento do comandante da Brigada Militar, Cel. Paulo Roberto Mendes, durante a repressão aos grevistas do Banrisul, ontem pela manhã, e aos manifestantes da 13ª Marcha dos Sem, à tarde.

O artigo também critica os governos tucanos do RS e de SP, onde policiais civis (em greve há um mês) entraram em confronto com a cavalaria e a tropa de choque da PM paulista. “A confusão foi criada pelo próprio coronel Paulo Mendes, ao impedir que um carro de som incomodasse os sensíveis ouvidos da governadora. É quase inacreditável, pois ele mesmo teve o papelão subserviente de tocar música para Yeda no dia do aniversário dela, na frente da casa que ela mal explica como comprou”, comenta Isaac Ortiz, presidente da entidade sindical.

Na foto, mulher ferida no confronto de ontem na Praça da Matriz, sendo levada para atendimento médico.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Mais SELVAGERIA e AUTORITARISMO em Porto Alegre


BM reprime duramente mais um movimento social na capital dos gaúchos

DUAS AÇÕES VIOLENTAS no mesmo dia. Desta vez, a truculência da MILÍCIA de Yeda foi dirigida contra a 13ª Marcha dos Sem, em frente ao Palácio Piratini. Os brigadianos trancaram a passagem do carro de som da manifestação e usaram balas de borracha e as chamadas "bombas de efeito moral" para dispersar os participantes do acto.

Nas fotos (Ronaldo Bernardi/ZH), até o deputado estadual Raul Carrion (PCdoB) levou uma ruim dos policiais, quando parlamentares oposicionistas tentaram acalmar os ânimos e conter a violência. Em meio à confusão, pessoas caíram e foram pisoteadas. De acordo com ZH, dois homens e uma mulher ficaram feridos e foram encaminhados para o HPS. Um deles foi atingido por estilhaços da bomba no pescoço (na foto abaixo) e os outros dois tiveram as pernas machucadas. O blog RS Urgente dá conta de que seriam pelos menos DEZ feridos.
A RBS é tão guasca que nem sabe manipular direito. O Raul Carrion, do PCdoB, aparece DUAS vezes na galeria de fotos sobre o confronto disponibilizada no sítio de ZH, e eles me falam em "comissão de deputados do PT"?!?!
Ok, já chega por hoje, não agüento mais essa BARBARIDADE. É o AUTORITARISMO tomando conta dos pampas.

Voltamos à ditadura e eu não sabia!




As imagens (por Caco Argemi) lembram a repressão dos movimentos civis que caracteriza a ditadura militar do período 1964-85. No entanto, estas fotos são desta manhã, aqui mesmo em Porto Alegre.

Os bancários foram vítimas da ação truculenta da Brigada Militar na manhã desta quinta-feira, dia 16, durante manifestação que fechou a agência central do Banrisul, na Praça da Alfândega, Centro da capital. Mais de 200 bancários, reunidos no local num ato de mobilização para para exigir a reabertura das negociações com a direção do banco, foram dispersados com violência pelos policiais. Às custas da violência e com vários bancários feridos, a Brigada conseguiu reabrir a agência.

Nas fotos, brigadianos agridem cobardemente servidores do banco. Nem mesmo mulheres escapam dos golpes de cacetete. O novo jeito de governar dos tucanos assume cada vez mais requintes ditatoriais.


Cobertura na íntegra: http://sindbancarios.locaweb.com.br/site2007/cms/php/site_monta_internas.php?id=4311&tabela=site_noticias&area=noticias

BORN TO BE WILD!!!!!!!!!


Sim, isso é SÉRIO.

O governo do Rio Grande do Sul apresentou na última segunda-feira (14/10) DEZ novas motocicletas no Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) em Porto Alegre. Segundo a assessoria de imprensa da polícia, as motos Harley-Davidson foram compradas em um pregão internacional por cerca de R$ 21 mil. A BM informou que elas haviam custado cerca de R$ 39 mil, mas retificaram a informação.

Os veículos foram adquiridos por recursos de um convênio entre o CRBM e o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) e serão utilizados nas rodovias do Estado. De acordo com a Brigada, a aquisição das motos em pregão internacional possibilitou uma economia (!) para o Estado. Em uma licitação nacional, cada moto custaria em torno de R$ 60 mil.

Pois então, para ISSO o governo Yeda tem dinheiro. Agora, para manter aberto o Parque de Itapuã ou para investir mais em cultura no RS (vide matéria em RS Urgente) NÃO TEM.


Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3253910-EI5030,00-RS+PM+apresenta+motos+HarleyDavidson+de+R+mil.html