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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Governadora Yeda recorre à pajelança política


Agora, vai...

Se alguém quiser expressar a sub-mediocridade do governo Yeda Crusius (PSDB), basta mostrar a notícia estampada no jornal Zero Hora de hoje (acima).

Dona Yeda está reunindo a cúpula tucana nacional para fazer um ato político a fim de anunciar o “extraordinário” feito de que pagará o décimo-terceiro salário do funcionalismo público em dia e na integralidade. Será uma espécie de pajelança guasca, visando bons augúrios, exorcização de adversidades e, quem sabe, a intercessão de poderes sobrenaturais, já que a governadora tem uma queda pela astrologia e algo do gênero, conforme confessou em outra ocasião.

Vejam que o dever mais corriqueiro – pagar seus servidores – virou motivo de rito do extraordinário, cerimônia do fabuloso, celebração do raro para o governicho tucano-yedista.

O mais admirável, entretanto, é que o jornal da RBS dê o informe do fato, faça a suíte convencional e não chame a atenção para o espetáculo do ridículo que envolve o caso. Assim, o cumprimento de uma obrigação básica de governo acaba vestindo a roupagem do arrojado, do corajoso e do inédito. Agora, para o senso comum, já não importa mais o fato em si, mas as aparências vantajosas e extraordinárias com a qual ele é vestido e apresentado depois do rito de pajelança política.

No Rio Grande do Sul vivemos de fato em um mundo mágico, pré-racional e do mais genuíno faz-de-conta.

Por Cristóvão Feil, do Diário Gauche.

domingo, 9 de novembro de 2008

Governo tucano da 'transparência' ESCONDE incompetência na Segurança Pública

Por Erick da Silva, do Aldeia Gaulesa.

A segurança pública em nosso estado nunca esteve em um momento tão delicado. Se não bastasse a truculência e a tentativa de criminalização dos movimentos sociais por parte do Governo Yeda através do Cel. Mendes, a nova saída para os problemas de criminalidade no Rio Grande do Sul é omitir os dados.

O secretário estadual de Segurança Pública, general Edson Goulart, em uma entrevista à rádio Gaúcha defendeu e justificou a omissão dos dados sobre a violência no Estado. Segundo ele, a não divulgação dos índices de criminalidade faz parte de uma estratégia para melhorar a segurança da população. "O medo é que as ações que estão programando não surtam efeito e que os bandidos comecem a atuar em outras áreas", afirmou o secretário.

Naquela mesma manhã, um grupo de homens armados tentou assaltar um carro-forte em Farroupilha, fazendo dez reféns. Não por coincidência, logo após a entrevista, a emissora repetia informação sobre a morte de dois jovens em uma parada de ônibus em Canoas. O que dá mostras do quão acertada esta sendo esta estratégia de "varrer a sujeira para debaixo do tapete".

A pergunta que fica é, será que na verdade esta opção por esconder os dados da segurança não seria uma forma de admitir a incompetência na área?

sábado, 1 de novembro de 2008

Senadora TUCANA quer acabar com meia-entrada nos feriados e fins de semana

Um projeto em discussão no Senado Federal pode alterar a forma como a carteirinha de estudante é utilizada atualmente para a compra de ingressos pela metade do preço. A proposta também vale para o benefício concedido às pessoas com mais de 60 anos de idade.

Entre outras coisas, o texto estabelece que a meia-entrada não valerá nos cinemas em finais de semana e feriados locais ou nacionais. Para todos os outros eventos, como peças teatrais e shows, a meia-entrada não valerá de quinta-feira a sábado, se o projeto for aprovado. A proposta, que prejudica estudantes de todo país, é da senadora Marisa Serrano (PSDB-MS). Típico de políticos desse partido, como é o caso de Yeda Crusius e a ação judicial CONTRA o piso nacional de R$ 950 para os professores da rede pública.

Continue lendo aqui.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

ABSURDO: Yeda entrou na Justiça CONTRA piso salarial dos educadores!

A governadora Yeda Crusius (PSDB) ingressou na tarde desta quarta-feira, no Supremo Tribunal Federal (STF), com uma ação direta de inconstitucionalidade contra o piso nacional dos professores, fixado em R$ 915 pela lei federal nº 11.738/2008. A desgovernada também teve um encontro com o vice-presidente do STF, Carlos Ayres Brito para debater o assunto.

A alegação do Estado é de que serão necessários mais 27 mil professores para substituir aqueles que estiverem em atividades extraclasse, já que a lei dá direito a 30% da carga horária para esse fim. De acordo com a secretária da Educação do RS, Mariza Abreu, o Estado não tem como pagar o piso nacional, pois não são levados em conta os benefícios que os servidores já possuem.

Reivindicação histórica dos professores da rede pública de educação, a definição do piso salarial nacional representa o resgate de um pacto pela valorização do magistério e qualidade da educação. E o governo Yeda ENTROU NA JUSTIÇA contra isso. Definitivamente, valorização do ensino e dos professores não estão nos planos da administração tucana.

De julho de 2008 a janeiro de 2010, prefeitos e governadores terão de promover ajustes na estrutura administrativa para conseguir pagar o valor total do piso. Além disso, somente até o exercício de 2009 será admitido que valores pagos a qualquer título de vantagem pecuniária componham o valor do piso de R$ 950,00. A partir de 1º de janeiro de 2010, este valor deverá ser o salário-base sobre o qual serão acrescentados todos os adicionais e vantagens pecuniárias.

Fontes:

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Assustador!


Qualquer semelhança com o novo jeito de governar dos tucanos aqui nos pampas NÃO É mera coincidência. E esse aí de cima ainda acha que pode ser presidente em 2010. Francamente...