De acordo com o inquérito policial, o contrato do Projovem, que deveria ser executado pela Fundae – fundação ligada à UFSM envolvida no esquema do Detran –, foi repassado a uma empresa privada, o que caracteriza fraude em licitação. O contrato custou ao erário R$ 10,3 milhões entre os anos de 2005 e 2007.
Na época, o responsável pelo gerenciamento do programa em Porto Alegre era Mauro Zacher, secretário da Juventude do governo Fogaça; após denúncias de irregularidades na execução do Projovem, Zacher deixou o cargo no Executivo municipal e reassumiu sua cadeira na Câmara de Vereadores de Porto Alegre.
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